domingo, setembro 23, 2007

Estou confuso...

Provavelmente já alguém deve ter tido esta dúvida mas aqui vai ela:

Porque é que o Porto é conhecido como a Cidade Invícta e aquela onde mais se trabalha...


...e onde se tratam os lisboetas por mouros...


...e depois se costuma usar a expressão "Mouro de trabalho" para alguém que trabalha imenso?


FOI PROFUNDO! (não foi?)

sábado, setembro 08, 2007

E agora McCann?

Numa altura em que a opinião pública está contra os McCann, eu vou contra a opinião pública.

Há uns meses atrás todos diziam "Coitadinhos dos pais da Maddie", mandavam dinheiro, flores e todo o apoio, carinho e afecto que os pais, umas vítimas, mereciam.
Agora ouvem falar em "arguidos" e já dizem que os McCann são uns assassinos e uns hipócritas.

Não podemos censurar a opinião pública, o próprio Vaticano reagiu da mesma forma. Depois de terem sido recebidos pelo Papa, viram agora ser retirado "não sei o quê" do site da Igreja Católica.


(Ontem recordaram as palavras do papá McCann a dizer que nunca tinham dado nada às crianças,
depois um amigo da família veio dizer que AFINAL a mamã McCann lhe teria dado um comprimidito...
raio dos flashes de memória!)


A relação entre os McCann e a polícia portuguesa sofreu o mesmo revés.

Antes eram só elogios, agora as autoridades portuguesas, são "ridículas", "incapazes", "nojentas", etc, etc, etc.


No meio disto tudo safa-se a imprensa britânica.
Sempre tratou mal a polícia portuguesa, sempre tratou Portugal como um país subserviente, sempre tratou os portugueses como uns atrasadinhos, sempre se esqueceu que o Reino Unido tem a maior percentagem de casos não resolvidos de crianças desaparecidas, sempre divulgou notícias falsas, sempre foi coerente na sua falta de qualidade.


Um grande bem-haja, Imprensa britânica.
Temos muito a aprender com eles...como não fazer jornalismo!



FOI PROFUNDO!


P.S. ainda alguém acha que a pobre menina vai aparecer?

Arte e Cultura


Hoje não vou falar de bola.
Também não vou mandar piadinhas nem gozar com nada (talvez só um pouquinho).

Vou falar de um assunto levantado por uma menina que há uns dias questionava a relação actual entre os jovens e a arte.
Questão essa que eu resolvi tornar mais abrangente e ao invés de arte pergunto: como é que a malta mais nova se relaciona hoje em dia com a cultura?

Antes de tentar falar do que não sei (ou seja, dos outros), falo de mim.

Dentro da cultura devo dizer que mantenho uma saudável relação com a literatura (embora nem toda), com a música e com a sétima arte. Não sendo um cinéfilo, aprecio alguns filmes, desde os mais light que servem para descontrair o cérebro, até aos de trama mais elaborada, que servem para exercitar a massa cinzenta.
Musicalmente sou uma prostituta e das muito baratinhas. Ouço tudo, experimento tudo e depois acabo por ficar fã da maior parte das sonoridades.
Na literatura já sou um esquisitinho. Dêem-me livros baseados em factos reais e eu sou um homem feliz. Obviamente que se me colocarem à frente umas 20 mil léguas submarinas, uma Moby Dick, uns Maias ou um Ensaio sobre a cegueira (perdoem-me a ausência de aspas ou itálicos) eu agradeço...
Por acaso também sou fã de livros educativos, como livros de culinária ou o Kamassutra... mas isso são outras histórias.

Agora as minhas relações complicadas.

Pintura...o bonito ou feio na pintura são demasiado subjectivos e sou claramente um asno nesse campo... Há telas que, para mim, são um espirro de tinta e muitos tecem elogios rasgadíssimos. Não entendo, nunca vou entender.
A poesia (e estou a separar da restante literatura) é algo que me intriga. É bonito? É musical? Apela às emoções? Eu devo ser (ok, eu sou) um "pouco" insensível (estava a guardar as aspas para este momento) pois para mim uma cómoda serve para guardar roupa, quer tenha uma rosa em cima quer não. Não é pelo facto de conseguir que duas frases intercaladas acabem no mesmo som que o que dizemos tem maior significado. A mesma frase dita com algumas palavras numa ordem diferente vira um verso! Um poeta é um disléxico! Ok, estou a exagerar...
A poesia não tem nada de mal...é apenas uma forma mais trabalhosa de dizer o que poderia ser dito de uma maneira mais simples para que pareça mais importante ou mais sentido. Não admira que "poeta seja um sofredor", imagino o que deve sofrer para conseguir os malabarismos vocabulares/frásicos necessários ao nascimento de um poema.
E a escultura? Antigamente faziam-se esculturas fabulosas, imponentes, majestosas, lindas. Gosto daquela ideia de alguns artistas que dizem que se limitam a tirar os excedentes de um bloco de pedra para que apareça o que já lá estava. Agrada-me. O que me desagrada é que se apreciem certas e determinadas "peças" que alguns artistas conceituados resolvem vender e toda a gente gaba "porque é arte" e "a arte não foi feita para ser compreendida". Esses artistas (alguém me viu mencionar o nome Cutileiro?) gozam com a cara das pessoas. Se fosse um miúdo na primária a fazer uma réplica em plasticina mandavam-no para acompanhamento especial, chamavam os pais e recomendavam um psicólogo. Alguém ia dizer "o seu filho tem um dom natural!"? Não me parece.

Terceira parte: a cultura que eu esqueci.

Teatro, ópera (e de certeza que há mais).

Não vou ao teatro. Não sei porquê, se por comodismo, se porque é caro ou se porque se não estiver a gostar não posso mudar de canal para a FOX ou para a SPORTV. Com a ópera sempre tenho a desculpa de (acho eu) não haver grande oferta.
Mas gosto de ambos.
A TVI ultimamente passa umas coisecas de teatro, aliás, de revista à portuguesa e de adaptações de séries/novelas do canal para o palco. Não será bem bem teatro porque, no primeiro caso, é revista porque é feito à base de berros e de asneirolas (o público gosta, ri-se e faz aquele ar de comprometido como quem pensa "aiiii isso nao se diz! ihihih! marotos!"), no segundo caso é uma estupidez. Pegar no elenco dos Morangos com açúcar que mal sabe representar para tv e pôr os putos todos num palco é asneira. Serve para chamar os adolescentes e não lhes transmite o que é a realidade do teatro.

Conclusão:

O que eu penso é que a malta mais nova (no meu tempo éramos a geração rasca ou a geração X, agora é a geração morangos. eu não gosto muito de rótulos) não tem uma grande relação com a cultura.
Ou não lêem ou lêem os livros da moda (metam-me à frente um livro da Margarida Rebelo Pinto, do Nicholas Sparks ou do Paulo Coelho e eu considero isso um insulto); cinema ainda vá lá que não vá (que bonita expressão...tão...não diz nada e diz tudo!); museus e teatros nem vê-los, música só mesmo a que dá status, a que os amigos gostam, a que vende, a que dá nas discotecas; pintura e escultura...acho que estão piores que eu.
Mas ainda há o outro extremo. Aquela malta que acha que gostar de "cultura" é chique. Que lê escritores marados (aquela malta que leu a Aparição e gostou...), que ouve música erudita porque fica bem, que ouve Jacques Brel e outros cantores franceses porque fica bem, que vê bailado(mais uma que me tinha esquecido...não gosto mas respeito quem gosta embora não entenda muito bem), que vai ao teatro e dá opiniões sobre os dois últimos apesar de não ter entendido nada diz que "a mensagem que o autor/encenador pretendeu passar foi bastante profunda"...
E ainda há quem realmente gosta, essa imensa minoria.
(Eu sou um mix...)

Eu gostava de ser artista...mas gosto muito de matemática e ciências, daí que seja demasiado pragmático para entender certas demonstrações culturais.
Cada maluco...sua mania.


(NÃO) FOI PROFUNDO!

terça-feira, julho 31, 2007

Paus de dois bicos do jornalista


O novo Estatuto do Jornalista, ao que parece de acordo com o que tenho lido, vem acabar com a protecção das fontes. Agora, o jornalista não pode oferecer à fonte o anonimato.
Ou melhor, pode oferecer, mas caso as autoridades queiram saber a identidade da fonte o jornalista tem de a revelar.
Este facto tem duas “nuances”.
Em primeiro lugar, porque é que o jornalista passa a ter a obrigação de revelar as suas fontes e advogados, médicos e padres podem oferecer o sigilo proporcionado pelos seus ofícios?
Em segundo, segundo uma outra perspectiva, a protecção das fontes acaba por ser um precioso trunfo do jornalista mas, ao mesmo tempo, um dos maiores cancros da profissão.
Por um lado, o facto de não ter de divulgar a fonte, permite ao jornalista obter importantes informações que não conseguiria de outra forma, por outro, o mau jornalismo tira partido deste “instrumento”, quer inventando notícias, quer publicando outras de fontes duvidosas ou de interesses duvidosos.
Algo que me indigna de sobremaneira é a questão do segredo de justiça. Fala-se muito das notícias divulgadas na comunicação sobre assuntos que estão em segredo de justiça. A defesa dos jornalistas, editores e órgãos que as divulgam é, no mínimo, ridícula. O jornalista não está sob a alçada do segredo de justiça, a fonte que transmite as informações “proibidas” é que cometeu o pecado da revelação de informações confidenciais.
Ou seja, o jornalista, que deve ser um profissional informado, por dentro das questões da justiça, sabendo que um assunto está em segredo de justiça, divulga-o na mesma. Por inocência? Ou será pelas leis da concorrência e da guerra das audiências?
Fico desiludido com a hipocrisia de quem se escuda num argumento que é quase insultuoso para o público e para a classe. Um jornalista que usa este argumento está a “sacudir a água do capote” recorrendo a uma verdade que se baseia na ignorância.
Vou tentar recorrer a uma analogia claramente hiperbólica.
Imaginemos que estamos a passar ao pé de um banco que está a ser assaltado. O ladrão sai com uma mala cheia com milhares de euros e, vendo que a polícia está perto, passa-nos a mala para a mão. Nós não roubámos o dinheiro, foi o ladrão, foi ele que cometeu o crime, a ilegalidade… Será que isso nos dá legitimidade para ficar com o dinheiro? Será que alguém o faria?
Não me parece.
Para já ficam estas considerações e uma promessa. Vou dar uma vista de olhos no documento tão falado do novo estatuto e mais posts surgirão.

FOI PROFUNDO!

sábado, julho 21, 2007

Começo a detestar a polícia


Moro numa zona onde todos os dias por volta das 10 da manhã passa um grupinho de polícias a cavalo...passam mesmo à minha janela e o barulho é tanto que parece que andam a passear à volta da minha cama.

Ultimamente tem sido ainda pior.

Deve haver algum ciclo de conferências na FIL (ainda não fui espreitar nem lá nem no google) com personalidades famosas/ do governo / da política internacional, ou são as típicas reúniões do pessoal da UE realizadas no Pavilhão Atlântico, então tenho de levar com as sirenes de umas 10 motos da polícia de cada vez, a fazer escolta de um, dois ou três carros.

E, atenção, as sirenes estão ligadas à ida e à volta, ou seja, são doses duplas de sirenes a entrar pelos ouvidos e a moer o meu cérebro.

Mas para quê tanto aparato?

Não bastava ligarem o sinal sonoro apenas no caso de estarem carros a impedir a passagem? Ainda agora fui à janela e estava um carro, UM CARRO, um mísero carro na via da direita para entrar para uns apartamentos, pois os senhores da polícia vieram durante 100 metros com as sirenes ligadas!

Mas será que acham que são engraçados?

É que aquilo de útil não tem nada!

P.S. Não tenho nada contra os polícias, apenas contra o protocolo que eles têm que seguir e contra o percurso escolhido para andar com os cavalinhos.


FOI PROFUNDO!

De volta...

Lisboa, 2:15 da manhã.

Estou de volta a casa, com uma fome imensa e passo pelo Mc Donalds, essa casa de pasto norte-americana.

Paro no McDrive e atrás de mim está um "xunning" num polo antigo todo "kitado", com três gajos com bonés à mauzoes. O condutor acelera, armado em macho a meio da fila, uma, duas três...dez vezes, até fazer aquele barulhinho bonito que dá status social no planeta dos "xunnings".

O carro vai abaixo. Não liga. Os dois amigos saem, envergando os seus bonitos chapéus e empurram o carro.

Sorrio, pago, pego no saquinho com um haburguer e um pacote médio de batatas e vou conduzo para casa.

À saída do mc drive, cruzo-me com um polo preto, com quatro pretos (cidadãos de raízes africanas, se preferirem), três deles de oculos de sol.

São 2:30 da manha

Acho que vou reactivar o blog, há muito por onde escrever.


FOI PROFUNDO!

segunda-feira, junho 11, 2007

Onde está a Maddie?

Os pais da Maddie não param de viajar à procura da pequena.

Espanha

França

Vaticano

Marrocos

Agora estão de volta a Portugal.


A minha pergunta é...


Então e com tanta viagem onde é que eles deixam os filhos que sobraram?

No quarto?



FOI PROFUNDO!

sexta-feira, junho 08, 2007

Toca a dormir

Liliana Aguiar é a menina bonita (e bouuuuaaa) que apresenta o programa da madrugada na TVI, o Toca a ganhar .
O programa em si já é péssimo, serve para recolher rios de dinheiro com chamadas a 60 cêntimos que, na maior parte, não dão em nada porque só "aquele" participante número não sei quantos é que entra em directo para jogar.
Depois, tem o condão de ser um programa em que a jovem só enche chouriços. E também bebe água.
Triste é o facto da jovem ter tanto de sensual como de pouco iluminada ou até de desconhecedora de certas regras da Língua Portuguesa!
É que temos de aguentar com cada tiro ao lado!
Só na última noite foi uma saraivada de calinadas!
O tópico era "coisas de cor verde" e a Lili arrancou com um "póssamos", passou para um "consígamos", mandou com o tradicional "vá lá portugueses!" (sim, ela fala à nação), ajeitou o decote, bateu com as notas na mesa, deu 3 minutos e ninguém ligou, parou o relogio a 36 segundos do fim e ninguém ligou, então deu mais um minuto.
Ora, o pedido era para coisas de cor verde e consideraram certo "kiwi". Não sei bem, mas o kiwi é verde por dentro mas por fora é castanho!!!
A Lili dos decotes exclama "aqui no estúdio faz-se muito calor!". Faz-se? É como o gelo?
Entretanto, cai uma chamada sem a senhora dar a resposta e a Lili diz que isso acontece "mas não interessa, mais chamadas irão cair"... Iupiiiii! e a TVI a receber o guito!
"Será que vai entrar mais participantes?", pergunta a menina. Será que ela sabe falar?
"Aqui está as respostas correctas", diz ela para dissipar as minhas dúvidas.
portugueses, portugueses, o q é que eu vou fazer para lhe dar mais dinheiro?"...bem, primeiro fala com todos e depois fala individualmente. Esta jovem é uma contorcionista do Português!
No meio disto tudo eis que liga um jovem que respondeu "BANANA". Boa lógica...as bananas quando não estão maduras são verdes...assim como a maior parte da fruta!

Resumindo, mais um programa de alta qualidade...

FOI PROFUNDO!

quinta-feira, junho 07, 2007

Hoje é Corpo de Deus!

E perguntam vocês:
Corpo de Deus?

Será que é um corpo definido?

Será que tem barriguinha de cerveja?

Será que vai ao ginásio?

Será que está flácido?

Bem...ele já tem uns aninhos...dizem que anda por aí desde o início do mundo...

E se nunca ninguém o viu é porque deve ser mesmo magrinho...invisível...


FOI PROFUNDO!

Departamento Médico do Sporting tem novo desafio

Toranzo, o médio argentino que se fala para reforçar os "leões" gostava de ser mulher.
Como se pode ler na capa do Record, o jogador "gostava de jogar com pipi".

Compreende-se, isso evitava alguns obstáculos na corrida e poupava-o das dores horríveis ao ser atingido no baixo ventre.
Agora que abriu o Hospital da Luz, o departamento médico do Sporting tem agora entre mãos a possibilidade de saltar para a frente da medicina desportiva nacional.
FOI PROFUNDO!

sexta-feira, junho 01, 2007

segunda-feira, maio 21, 2007

Eu acho que é assim tipo...posso dizer? És parvo!

Mas vou dizer o quê?
Há dias em que vais valia um gajo ter nascido mudo...



FOI PROFUNDO!

terça-feira, maio 15, 2007

Ser asno ou não ser


Já não é de hoje a minha antipatia pelo sapiente Miguel Sousa Tavares.
Há certas frases e comentários do senhor que me induzem o vómito e me deixam com náuseas.
Miguel Sousa Tavares estava na TVI a comentar a nova Lei do Tabaco e deu-lhe uma paragem cerebral das qual resultou a seguinte amálgama de palavras:

"o fumo nos restaurantes, que o Governo quer limitar, incomoda muitíssimo menos do que o barulho das crianças - e a estas não há quem lhes corte o pio."

Sim, ainda estou à espera de uma lei que permita colocar uma mordaça na boca de uma criança que faça barulho! Ou então que permita o porte de armas de fogo caso seja para atirar numa criança para que esta se cale...definitivamente, livrando quem está à volta e o mundo em geral do ruído que esta posso produzir futuramente,
Não contente, ainda conseguiu continuar ao seu melhor estilo:

"Tive a sorte de os meus pais só me levarem a um restaurante quando tinha 13 anos."

Bem, ficámos a saber que MST, enquanto criança, era muito barulhento e que a sua falta de educação durou até aos 13 anos.
Ficámos também a saber de onde vem a sua habitual lucidez!
Dizem que é de pequenino que se torce o pepino, mas tenho pena que o pai do MST não fosse o Homer Simpson e não lhe tenha torcido o pescoço!

Também ficámos a saber que o MST é defensor das práticas dos pais da Maddie, por isso deve apoiar a 100% que se vá para os copos e se deixem as crianças em casa!
Tenho pena que os pais do MST não tenham tido o mesmo destino que os pais da Maddie e não lhes tenham raptado o MST.
Já desde os tempos é que o MST falava sobre o dinheiro das propinas e do comportamento dos estudantes que o achava descompensado mas as suas crónicas desportivas, os seus comentários na TVI e todo o seu percurso provam cada vez mais a minha teoria.
O MST tem problemas!
Só que agora sabemos que esses problemas vêm da infância e do facto de ter sido uma criança abandonada pelos pais...até aos 13 anos.
Provavelmente o MST ter-se-a feito homem quando o seu pai, lá por alturas da adolescência, o terá levado às meninas.
Provavelmente terá sido, para o MST, uma educação normal.
Palavras para quê?
É um artista português...


FOI PROFUNDO!

segunda-feira, maio 14, 2007

Isto é muito Mau!

Estes senhores tocaram em Coimbra.
Diz-se que são jeitosinhos mas eu nem os ouvi.
Cá para mim, depois disto, a Páscoa vai ter outro significado para o coelhinho...



FOI PROFUNDO!

quinta-feira, maio 03, 2007

Tocar na ferida


José Mourinho auto-intitula-se o "Special One" e ninguém duvida que ele tem algo de especial.
Infelizmente (para ele) os últimos tempos não lhe têm corrido bem.
Talvez haja alguma relação entre os resultados do Chelsea e as suas declarações infelizes, talvez a ausência de sucesso leve o treinador dos "blues" a ser ainda mais polémico nas suas palavras...
Difícil de entender é a sucessão de palavras pouco simpáticas para com Cristiano Ronaldo.
No entanto, vejo alguma injustiça, quer na visão de Mourinho, quer nas críticas que lhe são feitas.
José Mourinho falou recentemente nas origens humildes do 7 dos "Red Devils" mas com palavras menos abonatórias, algo como "fraca educação".
Infeliz, é um facto.
Mas igualmente infeliz é quem o critíca.
Mourinho tem toda a razão.
Só que Mourinho não se pode esquecer que, tal como Ronaldo, a maior parte dos futebolistas troca bem cedo os livros pelas chuteiras.
A cultura geral de um futebolista, na grande generalidade dos casos, é muito baixa. A própria escolha lexical é, por vezes, miserável.
Somos algumas vezes enganados quando vemos e ouvimos as declarações de algum jogador e não conseguimos detectar nenhuma "calinada" e até nos parece que estamos perante alguma sensatez e eloquência...
Mas basta reparar que as declarações de futebolistas, treinadores e dirigentes são tiradas a papel químico.
"Jogámos bem, a equipa está bem, estamos a atravessar um bom momento de forma e esta vitória foi muito boa a nível anímico"; "Prefiro não comentar o trabalho do árbitro mas julgo que teve influência no resultado".
Frases feitas, daquelas que saem automaticamente da boca dos futebolistas de tantas vezes que as ouviram.
E, pior, é quando temos Jaime Pacheco, Carlos Brito, Jorge Jesus ou mesmo Manuel Machado (que ostenta o título de professor) em conferência de imprensa. São ataques constantes aos ouvidos e à gramática.
Mas não são os únicos.
Paulo Sousa, Secretário, por exemplo, são comentadores desportivos! Deus Meu! Mas vão comentar o quê? "ah, sim, o 4-4-2 montado pelo professor Neca pode ser a solução para este jogo porque encaixa na estratégia de 5-4-1 do Leiria". Ena...sabem contar!
O mundo do futebol é um mundo de homens que foram crianças com um sonho, um sonho de jogarem à bola, de serem famosos e de serem ricos, um mundo de putos que trocaram a educação pelo relvado.
Uns chegam a um período da vida em que, por eles, acabam por evoluir e adquirir outros conhecimentos, outros, a grande maioria, estagna e acabam por chegar aos 40 e tal anos como dois elementos da escola de laterais direitos do FC Porto. João Pinto e Secretário são atentados autênticos a quem tem um mínimo de exigência.
São o espelho do mundo da bola, em que se pensa com os pés e se usa a cabeça para acertar na bola...


FOI PROFUNDO!

sexta-feira, abril 13, 2007

Igreja VS Máfia

Será que só eu é que reparo que na Igreja e na Máfia há semelhanças?
Se os bispos recebem o "título" de Dom e os padrinhos são Don, não haverá alguma semelhança nas hierarquias destas duas "instituições"?
E será que é só esta a semelhança?




FOI PROFUNDO!

A1 VS EN1

Já ando há algum tempo insatisfeito com a A1. O valor pago nas portagens aumentou e as obras também. Tal como já referi num post anterior, ao aumento do preço corresponde uma diminuição da qualidade.
Talvez por isto, resolvi experimentar a EN1.


Alertado para o tempo extra que a viagem demora e para o trânsito ou falta de fluidez do mesmo, ainda assim arrisquei.
E as vantagens são compensadoras. Além de andar menos rápido (ou, como se diz em algumas culturas, mais devagar) e diminuir o consumo, também nao gasto mais combustível, e a diferença de tempo gasto na viagem nem se nota se tivermos a escolha musical ideal - caso estejamos sozinhos, ou a companhia ideal.
Não sei se irei manter a escolha, mas não duvido que é uma opção a repetir.
É caso para dizer:
Vão roubar para a estrada! Nessa não caio de novo.

FOI PROFUNDO!



Arrumador VS Parquímetros

Há coisa de um mês deixei o carro no Parque dos Restauradores. Entrei e ainda ia na descida de acesso quando parei o carro, olhei para esquerda e li: "15 minutos - 90 cêntimos".
Fiz o percurso até à saída e meti o cartão.
2 minutos dentro do parque e o cartão dizia: "90 cêntimos". Não podia sair sem pagar.
Deixei o carro...
Este é dos parques mais caros que já encontrei mas, mesmo assim, dá que pensar.


A gente queixa-se dos arrumadores e torce o nariz ou diz que não há trocos quando é para soltar um mísero euro para os rapazes, mas não temos problemas em pagar somas absurdas para deixar o carro num parque que não tem nada de especial, apenas pisos atrás de pisos de betão com uma cancela à entrada e à saída e uma máquina que nos leva vários euros se queremos estacionar num lugar onde estamos igualmente sujeitos a alguém nos riscar o carro ou nos baterem no carro, com o bónus de andarmos a "snifar" uma concentração elevada de monóxido de carbono.
Por mim prefiro os arrumadores.
Não volto a negar uma moeda aos rapazes.

FOI PROFUNDO!



Xau Benfica!


Eu até costumo torcer pelas equipas portuguesas, sejam elas quais forem, quando disputam jogos internacionais, mas desta vez não.
Estou contente que o Benfica tenha sido eliminado.
Já estava farto de ouvir aquela lengalenga "então e o teu Sporting joga esta semana contra quem na Champions? Ah pois, já foram eliminados, desculpa!".
Eu não peço desculpa. Nem foi mau de todo empatarem com o Espanyol.
Não jogam nada e conseguem umas grandes penalidades para o Simão ir dando umas vitórias.
É que mesmo não sendo portista sempre vou tendo algum prazer quando vejo o FC Porto a jogar, agora o Benfica? Pelo amor de Deus!


FOI PROFUNDO!

Dispenso...

Porque tudo o que é dito é dispensável...
Porque tudo o que é escrito é dispensável...

Este é um blog onde se fala a sério e se brinca.
Quem não goste de ironia ou sarcasmo que feche esta página rapidamente!
Aqui ninguém tem razão.
Eu não pretendo estar certo, pretendo observar e pretendo fazê-lo de uma forma atenta e crítica...de uma forma dispensável.

Dispenso...um blog dispensável.

pessoas já dispensaram um tempinho para dar uma espreitadela