sexta-feira, abril 13, 2007

Igreja VS Máfia

Será que só eu é que reparo que na Igreja e na Máfia há semelhanças?
Se os bispos recebem o "título" de Dom e os padrinhos são Don, não haverá alguma semelhança nas hierarquias destas duas "instituições"?
E será que é só esta a semelhança?




FOI PROFUNDO!

A1 VS EN1

Já ando há algum tempo insatisfeito com a A1. O valor pago nas portagens aumentou e as obras também. Tal como já referi num post anterior, ao aumento do preço corresponde uma diminuição da qualidade.
Talvez por isto, resolvi experimentar a EN1.


Alertado para o tempo extra que a viagem demora e para o trânsito ou falta de fluidez do mesmo, ainda assim arrisquei.
E as vantagens são compensadoras. Além de andar menos rápido (ou, como se diz em algumas culturas, mais devagar) e diminuir o consumo, também nao gasto mais combustível, e a diferença de tempo gasto na viagem nem se nota se tivermos a escolha musical ideal - caso estejamos sozinhos, ou a companhia ideal.
Não sei se irei manter a escolha, mas não duvido que é uma opção a repetir.
É caso para dizer:
Vão roubar para a estrada! Nessa não caio de novo.

FOI PROFUNDO!



Arrumador VS Parquímetros

Há coisa de um mês deixei o carro no Parque dos Restauradores. Entrei e ainda ia na descida de acesso quando parei o carro, olhei para esquerda e li: "15 minutos - 90 cêntimos".
Fiz o percurso até à saída e meti o cartão.
2 minutos dentro do parque e o cartão dizia: "90 cêntimos". Não podia sair sem pagar.
Deixei o carro...
Este é dos parques mais caros que já encontrei mas, mesmo assim, dá que pensar.


A gente queixa-se dos arrumadores e torce o nariz ou diz que não há trocos quando é para soltar um mísero euro para os rapazes, mas não temos problemas em pagar somas absurdas para deixar o carro num parque que não tem nada de especial, apenas pisos atrás de pisos de betão com uma cancela à entrada e à saída e uma máquina que nos leva vários euros se queremos estacionar num lugar onde estamos igualmente sujeitos a alguém nos riscar o carro ou nos baterem no carro, com o bónus de andarmos a "snifar" uma concentração elevada de monóxido de carbono.
Por mim prefiro os arrumadores.
Não volto a negar uma moeda aos rapazes.

FOI PROFUNDO!



Xau Benfica!


Eu até costumo torcer pelas equipas portuguesas, sejam elas quais forem, quando disputam jogos internacionais, mas desta vez não.
Estou contente que o Benfica tenha sido eliminado.
Já estava farto de ouvir aquela lengalenga "então e o teu Sporting joga esta semana contra quem na Champions? Ah pois, já foram eliminados, desculpa!".
Eu não peço desculpa. Nem foi mau de todo empatarem com o Espanyol.
Não jogam nada e conseguem umas grandes penalidades para o Simão ir dando umas vitórias.
É que mesmo não sendo portista sempre vou tendo algum prazer quando vejo o FC Porto a jogar, agora o Benfica? Pelo amor de Deus!


FOI PROFUNDO!

terça-feira, abril 03, 2007

À procura de...nada

Sinto-me um bacalhau ao sol, tal é a tremenda seca que estou a apanhar sem nada que fazer.
Da mesma forma que não tenho nada para fazer, fui ao google procurar isso mesmo: nada.
E como a moleza era tanta, nem no google entrei.
coloquei http://www.nada.pt/ e vejam onde fui parar.


FOI PROFUNDO!

Vou já a correr! Ou a nadar...

Pasmem-se os mais incautos!
Recebi um email que continha apenas e só isto:



Como sou de Coimbra, moro em Lisboa e estive apenas três dias da minha vida no Funchal, pergunto-me qual o porquê de ter recebido esta missiva no meu email pessoal.
Padrinho, desculpe mas não o posso ajudar...

FOI PROFUNDO!

sábado, março 31, 2007

Mundo de Aventuras

Quem o viu...



...e quem o vê!



O talento vocal e musical é hereditário.



FOI PROFUNDO!

sexta-feira, março 30, 2007

'Tá bem, vai...

Estes gajos são os OK Go e têm um clip simplesmente genial, merecedor de uma menção neste cantinho internético.



Ainda me doem as pernas da minha última experiência com uma destas passadeiras/esteiras!

FOI PROFUNDO!

Um pouco de auto-promoção

Nascido a 3 de Novembro, eu sou um menino do signo escorpião.

Hoje li o seguinte:


EXTREMELY sexy.
Talkative.
Energetic.
Predict future.
Most erotic.
Freak in bed.
GREAT kisser.
Not one to mess with.
Always get what they want.

Impressionante!
Eu gosto especialmente do EXTREMELY sexy, do Freak in bed, Most erotic e GREAT kisser.
Não confirmo nem desminto...nem desminto...nem desminto...nem desminto...nem desminto...


FOI PROFUNDO!

Salazar, esse grande português

Muito se discute por estes dias a eleição de António de Oliveira Salazar como o Grande Português.
Avaliados os aspectos positivos e os negativos, o ditador e estadista português venceu personagens históricas como D. Afonso Henriques, Camões ou o Infante D. Henrique.
Na verdade eu até compreendo.
O homem é um visionário!
Como era possível que o fundador da nacionalidade ou o pai dos Descobrimentos vencerem o homem que antecedeu o Viagra, conseguindo manter a ditadura durante 36 anos. E há gente que não consegue ter quanto mais manter mantém a sua dita dura e tem de recorrer ao Viagra.



Segundo a página da RTP, Salazar "Dirigiu, de forma ditatorial, os destinos do País durante quatro décadas. Foi ministro das Finanças, presidente do Conselho de Ministros, fundador e chefe do partido União Nacional. Afastou todos os que tentaram destituí-lo do cargo. Instituiu a censura e a polícia política. Criou dois movimentos paramilitares: a Legião e a Mocidade Portuguesas. Mas equilibrou as finanças públicas, criou as condições para o desenvolvimento económico, mesmo que controlado, e conseguiu que Portugal não fosse envolvido na II Guerra Mundial. Manteve a separação entre o Estado e a Igreja. Figura controversa, marcou sem dúvida a história do País.

“Sei muito bem o que quero e para onde vou”, disse António de Oliveira de Salazar na tomada de posse da pasta das Finanças, em 1928. E durante quase 40 anos assim foi. “Em rigor, foi o primeiro-ministro de um rei absolutista”, diz Marcelo Rebelo de Sousa. “Primeiro-ministro, a que uns chamarão déspota esclarecido e outros iluminado. Governou em nome do povo, substituindo-se a ele e invocando a Nação.”

Salazar nasceu no dia 28 de Abril de 1889. Para os pais, um casal de agricultores de Santa Comba Dão, era a resposta às suas preces. Maria do Resgate, de 44 anos, dera à luz quatro filhas e já quase perdera as esperanças de deixar no mundo um filho varão. Tratado quase como um milagre, teve direito a aulas particulares até à entrada no seminário diocesano de Viseu, em 1900. A sua inteligência e vontade de aprender deram frutos: obteve a equivalência do liceu com 19 valores e decidiu-se pelo curso de Direito, em Coimbra. Na cidade dos estudantes fez uma das suas poucas amizades, que manteve ao longo da vida - o padre Manuel Cerejeira, futuro cardeal. “São duas pessoas muito curiosas do seu tempo”, lembra a historiadora Irene Pimentel. “Salazar e Cerejeira foram marcados pelo catolicismo e pela política católica, a chamada democracia cristã.”

Durante este período, Salazar liga-se à ala católica, anti-republicana. Faz parte do Centro Académico da Democracia Cristã e escreve artigos de opinião em jornais ligados à Igreja. É, assim, com naturalidade, que concorre por Guimarães como deputado ao Parlamento. Demora-se no cargo apenas três dias. Desiste e regressa a Coimbra.

Salazar regressa à sede do poder em 1926. A crise económica, entretanto instalada, e a instabilidade política da I República tinham levado ao golpe militar de 28 de Maio. Professor de Coimbra, muito considerado, recebe a pasta das Finanças. Desta vez, demora-se mais tempo no cargo: 13 dias. Por não ver satisfeitas as condições que impusera como indispensáveis, demite-se. Sabe que, mais cedo ou mais tarde, precisarão dele.

Menos de dois anos depois, o convite é repetido. Exige em contrapartida o controlo sobre as despesas e receitas de todos os ministérios. Entre 1928 e 1929 consegue um superavit nas finanças públicas. Aquele que se afirmava como um não-político, iniciava uma carreira meteórica. “Salazar tinha aquela concepção de que há uma elite política, que é a do regime, que está toda reunida num partido único, a União Nacional, e Salazar, que é um ditador. Depois, há todas as outras pessoas, que deviam deixar-se governar. Evidentemente, é a tal história: manda quem pode, obedece quem deve. E, para isso, não se faz política”, diz Irene Pimentel.

Em 1930, como alternativa à ditadura militar, imposta em 1926, e às sucessivas revoltas da oposição democrática, Salazar funda o partido União Nacional. Prepara-se para tomar o poder. Este seria o denominador comum de todos quantos quisessem servir a pátria. “Tudo pela Nação, nada contra a Nação”, dizia.

Político exímio, o ministro das Finanças da ditadura militar consegue afastar os sucessivos presidentes do conselho de ministros militares nomeados. Acaba por assumir o governo do País em Abril de 1932.

No ano seguinte, faz ratificar uma nova Constituição, apesar de uma abstenção de 40% (considerados votos a favor). O seu poder pessoal passa a assentar em bases sólidas. Cria a Polícia de Vigilância e Defesa do Estado (PVDE), mais tarde Polícia Internacional e de Defesa do Estado (PIDE), uma polícia política. Proíbe as oposições e impõe, com o partido único, um regime totalitário. Chama a si o despacho directo dos pelouros sensíveis, onde se inclui a propaganda e a censura. “Só para dar alguns exemplos, não havia suicídios em Portugal, porque a censura censurava os suicídios. Não havia conflitos sociais, porque a censura censurava os conflitos. Enfim, ele tentou criar a imagem de uma sociedade perfeita”, continua Irene Pimentel.

A vontade de mudança surge com o fim da II Guerra Mundial, em 1945 e 1949, com a criação do Movimento de Unidade Democrática (MUD), mas sobretudo em 1958, nas eleições presidenciais. O general Humberto Delgado - que fora seu activo colaborador - congrega à sua volta a oposição e provoca uma onda anti-salazarista. O chefe do Conselho de Ministros defende-se, reforçando a acção repressiva. Altera a Constituição e torna a eleição presidencial dependente de um colégio eleitoral da confiança do regime.

Com a perda da Índia Portuguesa, em 1962, e o início da guerra em África, no ano anterior, Salazar já não tem a mesma confiança no povo português. Em conversa com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Franco Nogueira, desculpa-se: “Se em lugar de governarmos este país, governássemos outro, conseguia-se mais. Neste, a gente puxa mas, como não dá, temos a tendência para nos nivelarmos à massa.”

“O essencial do seu pensamento é este”, explica Marcelo Rebelo de Sousa: “A ideia do equilíbrio económico-financeiro e da autoridade que deve controlar a liberdade. A ideia de um Portugal projectado no mundo através de um império, e não integrado na Europa. A ideia de um país que vivesse de forma comedida, sem excessos de riqueza, luxo ou ambição. Portanto, governou Portugal à sua medida.”

Em 1968 a guerra em África matava os mesmos homens - e os seus filhos - que Salazar dizia ter salvado do conflito da II Guerra Mundial. A opinião pública já não o favorecia. Mas permaneceu no cargo. Até cair de uma cadeira. O que parecia não ter deixado mazelas transformou-se num hematoma craniano. Operado com urgência, volta a sofrer um acidente cardiovascular. É declarado incapaz e acaba exonerado do cargo. No entanto, morre sem o saber. Corria o ano de 1970. “Não conheço nenhum outro caso de uma ditadura e de um ditador em torno do qual, depois de ter saído formalmente do poder, se tenha construído uma ficção como a que se construiu em torno do Dr. Salazar. Construiu-se a ficção de que ele continuava a ser o primeiro-ministro”, lembra João Soares.

Com a sua morte, morre um regime que viveu da sua imagem. Mais de 40 anos passados, a polémica ainda está instalada: foi o salvador da pátria ou um ditador? “Como os fenómenos culturais são lentos a mudar, há uma certa inércia que fica na cabeça das pessoas. Essa inércia diz o seguinte: foi um tempo em que não havia democracia, nem liberdade, mas havia estabilidade, autoridade e um viver modestamente, mas em equilíbrio económico e financeiro”, explica Marcelo Rebelo de Sousa. “E essa ideia que ficou tem o seu lastro que, de quando em vez, vem ao de cima, porque 40 anos são muito na história de um povo.”"


Por acaso foi profundo.
Com esta votação acabamos por entender que, afinal, não são apenas os velhinhos saudosistas que dizem "o que fazia falta era o Salazar".
Eu não serei a pessoa mais certa para fazer esse tipo de julgamento, sempre vivi em tempos de liberdade, mas do que sei e do que aprendi sobre o Estado Novo e sobre os outros candidatos, não consigo conceber a ideia de Salazar como o vencedor da votação.
Afonso Henriques é para mim um herói, tal como também o tinha sido Viriato, este ainda não sendo português foi um dos primeiros responsáveis pelo aparecimento da pátria lusitana. O Infante D. Henrique é outro herói. Foi ele que planeou uma das maiores histórias da História mundial. Graças a ele e ao esforço de uma nação inteira que o seguiu Portugal foi, em tempos, um império e um dos mais poderosos do mundo.
É claro que ao pé disto, Salazar, ao conseguir que Portugal não tivesse de entrar num conflito de escala mundial, nem se compara! É muito superior! (olha a ironia e o sarcasmo...tão lindos...)
Ao ter em Salazar um vencedor, aqueles que sempre foram vistos como heróis - homens como Salgueiro Maia, Álvaro Cunhal, Manuel Alegre, Otelo Saraiva de Carvalho, Zeca Afonso e muitos mais figuras conhecidas e desconhecidas, de entre eles todos os estudantes que se opuseram ao regime fascista e foram por isso torturados - são agora o quê? Um bando de rebeldes que tentaram opôr-se àquele que era, no fundo, o Grande Português?
Neste país é tudo assim...mas eu gosto disto aqui...

FOI PROFUNDO!

quinta-feira, março 29, 2007

Tou à COCA(S)



FOI PROFUNDO!

CAGA nisso


CAGA: Clube dos Amigos do Gabriel Alves.



Este foi um dos vastos temas de conversa de uma noitada à porta da PJ enquanto as várias equipas de reportagem esperavam a saída dos senhores da Universidade Independente e seus respectivos advogados.
O camarada da RTP era um "expert" em José Cid e um homem dos relatos de futebol.
Assunto não faltou.
Em homenagem ao CAGA e a Gabriel Alves, aqui ficam as pérolas:


Gabriel Alves: Intervalo de um jogo.
Um fedelho qualquer está agarrado às redes que separam as bancadas do relvado. Comentário do Gabriel com um sorriso nos lábios:
"Os putos vão à bola... e gostam..."

Campeonato do mundo dos EUA, jogo Suécia-Roménia, comentário a uma jogada de ataque da equipa romena:
" George Hagi, estratega da equipa....(pausa enorme).... Raducioiu(lido assim mesmo) ..........(Nova pausa)..... Já perdeu tempo de remate. Golo."
Deve-se acrescentar que desde o suposto erro do avançado romeno até ao golo passaram-se algumas milésimas de segundo.

Jogo da Supertaca 95 (Sporting- Porto) em Paris:
"Superavit tecnicista dos centro-campistas do Sporting em relação aos do Porto"

Jogo do Sporting: "Juskowiak a vantagem de ter duas pernas!"

Gabriel Alves, numa descrição de "detalhada" de um estádio de futebol:
"É um estádio bonito, moderno, arejado..."

No fim dum jogo da selecção nacional:
"A selecção não jogou nem bem nem mal, antes pelo contrário..."

Ouve-se no estádio, algum público a gritar: "Ó Pinto da Costa, vai pró ca._.".
Diz Gabriel Alves, no mesmo instante:
"O público entusiasmado... a apoiar as duas equipas..."

Durante a Final da Taça UEFA, entre Bayern e Bordéus:
"Reparem como os jogadores do Bayern movimentam-se descrevendo figuras geométricas..__ O futebol é uma arte plástica.... "

Comentário num jogo do mundial dos E.U.A (94):
"Uma humidade relativa, muito superior a 100%..."

Durante o Euro96, no primeiro jogo Alemanha-Rep.Checa, Gabriel Alves afirma entusiasticamente:
"Existem muitos jogadores alemães a jogarem no campeonato germânico"

Brilhante comentário técnico, de Gabriel Alves, acerca do golo, invalidado no jogo Euro96, Roménia-Bulgária(?), onde a bola bateu na trave e tocou no interior da baliza, junto à linha de golo:
"De facto foi golo, com a bola a bater A MAIS DE 2 METROS para lá da linha de golo"

Durante o Euro96, o brilhantíssimo e querido comentador Gabriel Alves afirmou vezes sem conta, em todos os jogos onde participaram jogadores estrangeiros, que jogam em Itália, que estes são.... e passo a citar, "possuidores de toda a escola italiana de futebol"
Gabriel Alves:"OOOOOhhhh, toda a escola italiana a mostrar-se na técnica individual do jogador ...".

Durante o aparatado encontro entre SL.Benfica(0) e FC.Porto(5), ouve-se a certo momento, Gabriel Alves, a tecer o seguinte comentário:
"Jardel.... um jogador com um tempo de salto de 70 centímetros..."

Gabriel Alves, no decorrer de um jogo afirma: "Lá vai o rapidíssimo Lentini"

Gabriel Alves, outro brilhante e típico comentário:
"Um passe para uma zona de ninguém, onde realmente não estava ninguém!"

No estádio José Gomes, do Estrela da Amadora (Reboleira), a "mítica" dupla, Francisco Figueiredo/Gabriel Alves trava o seguinte diálogo:
GA: "...relvado em muito más condições para a prática do futebol. Não é assim Francisco Figueiredo? _ conforme podes constatar aí em baixo no relvado...
FF: "Confirmo, péssimas condições!! E eu que vim para o campo de SAPATINHOS FINOS..."

O Grande Gabriel,no Suécia-Roménia do Mundial 94,após o golo de empate dos suecos:
"Kenneth Anderson, 1 metro e 93 de golo..."

Joaquim Meirim no Euro96, e a título de improviso, quando a RTP não conseguia estabelecer a ligação audio com, Gabriel Alves:
"Desde que o jogo começa, há sempre a hipótese de acontecer um golo"

Comentador desconhecido da RTP1; Durante um jogo do Benfica:
"Lá vai Paneira no seu estilo inconfundível ... (pausa) ...mas não, é Veloso"

Durante o mundial de juniores disputado em Portugal, pode-se ouvir o comentador desportivo da RTP, José Nicolau de Melo, vivamente anunciar que o jogo COSTA DO Brasil - Marfim iria ser transmitido nessa noite (ou tarde).

Ouve-se Costinha, com a bola na mão, dizer "Pró ca_..!".
Diz o comentador :
"Muito bem, Costinha a incentivar os companheiros, e a mandá-los para a frente..."

Num jogo do Benfica, Artur Jorge aprontava-se para fazer uma substituição na equipa, sendo a hipótese mais provável, a entrada de Helder no jogo. Diz o comentador:
" Dos jogadores que estão a aquecer, Helder foi o que já tirou os calções".

Na sucessão de vários erros típicos do árbitro em campo,ouve-se o brilhante comentário:
"...e o Árbitro foi agora atingido por um objecto estranho, provavelmente atirado por um TELESPECTADOR..."

Nos prelúdios de uma partida de futebol entre o Paços de Ferreira e o FC Porto, o comentador afirma:
"Vamos concerteza assistir a um grande derbie minhoto..."

Em directo na RTP, após o jogo, que consagrava o FC Porto,como campeão nacional, e no momento em que passava uma fanfarra de Bombeiros,ouve-se o seguinte comentário:
"Aqui um rancho folclórico a juntar-se às festividades do FCP..."

Comentário final, de um jogo transmitido em directo na RTP:
"Tratou-se de um jogo, incolor, insípido e inodoro..."

João Pinto (FC Porto)
Esta frase saiu numa situação em que o JP estava lesionado ou castigado e não podia jogar. Perguntaram-lhe se a sua ausência não ia influenciar no rendimento da equipa (ou outra coisa do género):
" Comigo ou SEM-MIGO, o Porto vai ser campeão! "

João Pinto foi receber um prémio qualquer e produziu o seguinte discurso:
"O meu coração só tem uma côr: azul e branco."

Repórter: - João Pinto, prognósticos para este encontro?
JP: - Prognósticos só no fim do jogo.

Repórter: - João Pinto, felicidades para o jogo.
JP: - Obrigado, igualmente.

No fim de um jogo que o Porto ganhou:
Repórter: - João Pinto, felizes com mais esta vitoria?
JP: - Sim, estamos felizes porque estamos contentes.

Neste jogo, JP tinha marcado um golo num remate de primeira.
Entrevistado no fim do jogo, teve a seguinte afirmação:
"Não foi nada de especial, chutei com o pé que estava mais à mão!"

Num domingo , depois do jogo com o Boavista:
" [O Rui Filipe] ...era um jogador com "H" muito grande, e um homem com dois "HH" muito grandes."

Estágio da selecção, os jornalistas estavam a fazer uma reportagem sobre os tempos livres dos jogadores. Chegou a vez do nosso querido J.Pinto. Quando lhe perguntaram o que ele costumava fazer nos tempos livres do estágio, ele "inteligentemente" diz:
"Costumo fazer (isto), (aquilo), (aqueloutro), ver TV, ler...".
Vai daí, o jornalista pergunta-lhe: ...então e o que costuma ler?... Jornais?
J.P. - Sim.
Jornalista - E livros, não lê?...
J.P. - Sim... CLARO! Por acaso, ando a ler agora um, que até tenho em cima da mesinha de cabeceira...
Jornalista - Ah sim, então e qual é o titulo do livro?
J.P. - (um pouco embaraçado) Hum... Hum... Não me lembro...

Outro fantástico comentário de J.Pinto:
"O meu clube estava à beira do precipício, mas tomou a decisão correcta: Deu um passo em frente...."

Diamantino (Benfica)
Ao intervalo, o Benfica ganhava por 1-0, e Diamantino afirma:
"Estamos a jogar bem, conseguimos marcar o 1-0... Na segunda parte iremos trabalhar para marcar o segundo 0..."

Helder (Benfica)
Helder foi convocado para a selecção (parece que ia jogar mesmo no onze inicial), perguntaram-lhe se o jogo ia ser muito importante:
" Vai ser um jogo muito importante, particularmente para todos os portugueses e em geral para mim. "

Veloso (Benfica)
Isto passou-se em 95, quando os jogadores do Benfica entraram num suposto "Blackout" informativo. Veloso, como capitão, teve a honra de ler o comunicado e, pelos vistos, nem isso soube fazer:
"Os jogadores do Benfica permanecerão em "blackout" enquanto toda a verdade não for RESPOSTA."

Paulo Futre (Regiana)
Algumas semanas depois de ter abandonado o Atlético de Madrid, e na época já a jogar no campeonato italiano:
"A minha vida transformou-se completamente... Deu uma volta de 360 graus!"

Jorge Cadete (Sporting)
No jogo, Portugal-Escócia em que obtivemos uma brilhante vitoria, por 5 - 0, Cadete foi substituído praticamente no final do jogo, por consequência de uma lesão. No momento foi prontamente interpelado por um repórter da TV.
Repórter: - "Então Cadete, está magoado?"
J.Cadete: - "Não, não. Estou muito feliz."

Pinto da Costa (FC Porto)
No Portugal - Suíça, jogado no estádio das Antas, a contar para a fase de apuramento para o Mundial dos EUA, o omnipresente João Pinto (FCP) enviou a bola à trave da própria baliza ao tentar fazer um corte. Comentário do presidente portista:
"Chutou à barra?.. Ah, foi para não ceder canto..."

Anónimo (Vitória de Setúbal)
Um jogador não identificado do Vitória de Setúbal, aquando da suspensão de vários jogadores por causa dos maus resultados, em entrevista à rádio:
"Não somos só nós que estamos a jogar mal... Querem é fazer de nós bodes RESPIRATÓRIOS. "

FOI PROFUNDO!

terça-feira, março 27, 2007

Estou "CIDerado"

Porque ele é o maior.
Porque ele é a mãe do Rock português.
Porque ele é...Cid, José CID.


















FOI PROFUNDO!

P.S. Quarta-feira a Joana Latino vai oferecer ao "je" um pequeno poster autografado pelo Frank Sinatra português!!! IUPIIIIII!

EU não vi isto!!!

Esta tirada foi magnífica!
Os "Gatos" estão cada vez melhores nas sátiras sobre a corrupção em Portugal.



Estes são sobejamente conhecidos mas aqui ficam:










FOI PROFUNDO!

segunda-feira, março 26, 2007

Jornalista ecológica?

Caso "energúmeno" foi adiado.

O juiz do Tribunal do Bolhão agravou, ontem, a qualificação jurídica de um alegado crime de difamação ao presidente da Câmara do Porto, Rui Rio, imputado ao cronista do jornal "Público" Augusto M. Seabra . A alteração resultou no adiamento da sentença. O cronista escreveu, em Junho de 2003, sobre a polémica em torno da Casa da Música, utilizando a expressão "o energúmeno que encabeça a maioria da Câmara [do Porto]". Ontem, dia de leitura da sentença, o magistrado considerou que o facto da crónica ter sido publicada num órgão de Comunicação Social altera a qualificação jurídica dos factos. A mudança agrava a moldura penal, que até aqui se fixava nos seis meses de prisão, ou pena de multa até 240 dias. Com a alteração, o arguido poderá, agora, incorrer numa pena de prisão até dois anos ou pena de multa não inferior a 120 dias. O advogado de defesa do arguido, Teixeira da Mota, requereu 20 dias para se pronunciar sobre a alteração, mas o magistrado concedeu-lhe apenas dez. O prazo foi considerado pelo advogado de Augusto M. Seabra irregular já que "representa uma diminuição dos direitos de defesa". Teixeira da Mota requereu a nulidade da decisão, pedido que apreciado dentro de cinco dias. "Depois deverá ser aberta a conclusão com vista a decidir sobre a apontada irregularidade", determinou o juiz, acrescentando que "no despacho ficará marcada a data para leitura da sentença". No julgamento, que começou em Fevereiro, Augusto M. Seabra argumentou que ao utilizar a palavra "energúmeno" não pretendeu atingir pessoalmente Rui Rio, mas fazer uma consideração política sobre o comportamento que entende que o presidente da Câmara teve ao exigir a demissão de Pedro Burmester da Casa da Música. O autarca considerou, no entanto, que o artigo foi "insultuoso". "Energúmeno é um insulto, como muitos que se usam na língua portuguesa", afirmou o autarca.

Inês Schreck

Quem leu a notícia do JN toda perdeu o seu tempo.

Apesar de não ser de todo desinteressante, o único motivo pela qual a postei aqui está bem no finalzinho.

É o jornalismo ecológico. Agora o JN tem jornalistas verdes. A Inês Schreck deve ser familiar do ogre e, como tal, exibe essa bonita cor que é a cor da esperança!


FOI PROFUNDO!

Banda sonora das saídas à noite

Invariavelmente, sempre que saio à noite esta é a "playlist" que toca no leitor de mp3 do meu veículo.
Já faz parte de um ritual e, mesmo quando me esqueço ou tento introduzir alguma novidade, quem me acompanha nas noites de boémia já sente a falta das bonitas músicas.
Infelizmente não encontrei o grande "hit" "vamos pr'a banheira/vamos prá banheira/vamos prá banheira porque hoje é sexta feira"
Com vocês...Comme Restus:

MORTE AOS CIQUELISTAS


EU XAMOME ÃTÓNIO


AS BÓIAS SÃO NOÇOS AMIGUS


EU XAMOME ÃTÓNIO


AMANDA-ME CÔA PAXAXA PUS DENTES


FOI PROFUNDO!

domingo, março 25, 2007

Teóricos da bola


Há pessoas irritantes!
Ultimamente os que me irritam mais são aqueles sabichões que gostam de fazer de conta que sabem muito sobre desporto.
De repente lembro-me de alguns nomes:
Joaquim Rita, Miguel Sousa Tavares, Rui Santos, Leonor Pinhão...
Às vezes gostava que houvesse por aí uns Sérgios Godinhos, daqueles que comentam mas fazem questão de dizer que não percebem muito.
Joaquim Rita faz comentários que são de bradar aos céus! Dou por mim a perguntar aos meus botões se por acaso eu estive a ver o mesmo jogo que o J.R.!
Miguel Sousa Tavares é aquele indivíduo que têm um cérebro notável mas um problema grave nos processos de comunicação do cérebro à boca, Resultado: sai muito ruído. E é assim em tudo, não só nos comentários sobre futebol. Na bola está condicionado pela sua visão tendenciosa azul que o faz vomitar barbaridades. No resto...bem, cada vez que me lembro do MST ter dito que um estudante de Coimbra gasta numa noite de copos o dinheiro das propinas, indaguei-me: a) faria ele ideia que o valor actual das propinas não é bem o da taxa que se pagava quando ele andou na universidade; b) imagino que o MST fosse menino de beber que nem um camelo ou de ir a lugares bem caros (isto para nao dizer que ia às putas) para gastar tal soma de dinheiro; c) o MST gosta de proferir declarações idiotas e rídiculas por puro prazer.
Rui Santos começa por demonstrar que tem alguns problemas só na sua maneira de vestir. Os fatinhos e as gravatinhas devem ser escolhidos pela produção do Batatoon. As opiniões do senhor são no mínimo discutíveis. Eu não percebo muito de futebol mas há coisas que são óbvias e o RS (não confundir com o grande Ricardo Sousa do Diário de Coimbra, esse sim um entendido em desporto) parece querer apenas ser diferente e armar-se em pseudo-intelectual da bola.
Leonor Pinhão... Esta senhora é um fenómeno inexplicável. Foi-me dito por um daqueles profissionais de verdade do jornalismo português que a Leonor Pinhão escreve muito bem e foi uma grande jornalista. Não duvidando da palavra de quem me disse tal, custa-me a crer. Não há uma única vez que eu leia um texto da LP que não me pergunte como é possível alguém defecar tamanhas atrocidades! (no jornal a Bola, que não é propriamente o DISPENSO).
Desde os diálogos imaginados pela criança de 5 anos que povoa o inconsciente (leia-se "cérebro" ou "intelecto") da LP até ao último texto que li, os arrotos de imbecilidade começam a não me espantar.
Quando li há poucos dias a coluna da LP onde ela dizia que tinha torcido pelo FC Porto só para não torcer pelo Sporting entendi que os problemas da senhora são bastante graves.
Há anos que aprecio futebol e que vibro com as boas exibições do Porto (do Benfica é mais difícil porque não tem tido equipas de deslumbrar) sem deixar de torcer pelo meu Sporting ou pela minha Académica.
A clubite é um mal deste país que temos e que impede as pessoas de apreciar o desporto. Quantas vezes vemos um "rival" jogar bem? Quantas vezes vibramos com um bom resultado europeu de um clube que não o do nosso coração? Raramente. E porquê? Porque somos deste ou daquele clube.
É tolice e quem perde é quem, afundado na sua clubite, não consegue tirar prazer do que é a essência do desporto.
E mais!
Ver um jogo de um clube que não o nosso tem grandes vantagens: não estamos nervosos durante os 90 minutos e no final da partida não nos vamos lamentar com uma derrota.
De entre as pessoas que referi acima há dois tipos de "experts" (que aqui se poderia cair na tentação de traduzir como espertos): os que são mesmo idiotas porque sim (JR ou RS) e os que o são porque a sua clubite os cega (LP).
O MST joga nas duas equipas.

FOI PROFUNDO!

Este tipo tem problemas!!!

Nem sei o que dizer.
Este tipo ou é parvo ou é mesmo talentoso!





FOI PROFUNDO!

Comer belgas pela primeira vez

Começo este post por dar os parabéns à selecção nacional de râguebi.
Uma derrota por 18-12 em Montevideu foi suficiente para garantir a presença no Mundial de França em Setembro.
Os "Lobos" tinha ganho por 7 pontos em Portugal e os 6 de diferença no Uruguai deram uma vantagem preciosa que colocou os "tugas" pela primeira vez numa fase final do Mundial.


Por cá, a selecção principal de futebol recebeu os belgas.
Num ambiente bastante tenso devido às declarações (empoladas ou deturpadas, não se sabe) do guarda-redes belga, já na chegada ao aeroporto da Portela tinha havido "batatada".
A impresa desportiva não quis colocar água na fervura e ajudou a piorar os momentos que antecederam a partida.
Scolari, por seu lado, tentou serenar as hostes e apelou à calma e ao fair-play.
A capa do Record era algo de ridículo e esteve ao nível das supostas afirmações de Stijnen, o "keeper" da Bélgica que falou em algo como colocar Cristiano Ronaldo K.O. logo nos primeiros minutos de jogo e depois reformulou dizendo que apenas queria dizer que podia ser necessário "partir alguma tíbia".

Violência com violência, de arrumar Ronaldo e partir tíbias passou-se para uma "sova".



Scolari surpreendeu, já que se esperava que entrassem de início Hugo Viana e Hugo Almeida.
Os Hugos ficaram no banco e para o seu lugar entraram João Moutinho e Nuno Gomes.
Boas escolhas, como se pode ver no final do jogo, já que os dois construiram o lance do primeiro golo: Moutinho centrou, Nuno Gomes empurrou para o fundo das redes.
Nos primeiros instantes da partida pareceu-me notar alguma dislexia por parte dos belgas. Quaresma foi sucessivamente ceifado! Era suposto ser o Ronaldo, não?
Golos só na segunda parte.
Primeiro foi o tal golo de Nuno Gomes, depois, um cruzamento de Quaresma apanhou o guardião belga mal posicionado e Cristiano Ronaldo aproveitou o brinde para cabecear para o segundo. O terceiro foi um monumento ao bom estilo de Ricardo Quaresma: recebeu, dominou com uma finta fazendo passar a bola de calcanhar para o seu lado esquerdo e depois com uma trivela fabulosa deixou o estádio inteiro a ver a bola aninhar-se no fundo da baliza.
Para terminar, Ronaldo fez duas ou três "bicicletas", puxou para o seu pé esquerdo e rematou sem hipóteses para Stijnen.
4-0!
Pontos negativos: o público constantemente a apupar os belgas. Uma primeira parte sem golos.
Pontos positivos: a atitude dos jogadores em campo. Os belgas não foram violentos, os portugueses jogaram bem na primeira parte e muito bem na segunda. No final do jogo houve uma troca de palavras amigável entre Ronaldo e Stijnen.

Nos portugueses, as laterais estiveram bem ocupadas, até Paulo Ferreira, pouco utilizado no Chelsea, esteve em bom plano. Miguel esteve sempre bem a defender e a atacar.
Ricardo Carvalho e Jorge Andrade tiveram poucas falhas e quando falharam Ricardo disse "presente" e defendeu com nível.
No "miolo", Moutinho mostrou o porquê de ser sempre utilizado no Sporting, jogando e fazendo jogar, Tiago fez talvez a sua melhor exibição com a camisola das quinas, Petit fez o que lhe cabia e confirmou o excelente momento de forma.
Quaresma foi brilhante, Cristiano Ronaldo também, embora não tanto quanto o seu companheiro da ala oposta.
Nuno Gomes marcou e foi talvez a unidade menos activa e visível.
Meira entrou e esteve muito bem especialmente nas trocas rápidas de bola com os seus colegas de meio campo, recuperando algumas bolas e distribuindo mais ainda.
Hugo Viana entrou bem também.
Nani foi o melhor dos suplentes. Entrado para o lugar de Quaresma não ficou atrás do jogador do FC Porto. Foi um quebra cabeças para os belgas que devem ter ficado a pensar que Cristiano Ronaldo não é, afinal, o único geniozinho luso.
Acabou por ser uma sova e espera-se que seja um bom tónico para o jogo de quarta-feira contra a Sérvia, o próximo adversário dos portugueses, que perdeu contra o Cazaquistão por 2-1.



FOI PROFUNDO!

sábado, março 24, 2007

Lesões no desporto

Um péssimo costume que tenho é o de ler os comentários no site do jornal Record.
Uma das últimas enormidades (palavra bem mais bonita e leve que alarvidades, termo que seria o mais apropriado) falava sobre lesões e sobre o desporto que teria lesões mais graves.
O autor do comentário dizia que as lesões mais graves seriam as proporcionadas pelo râguebi, comparando com as dos futebolistas.
Lembro-me, quando jogava basquetebol, que me deram uma folha onde explicava quais as zonas do corpo trabalhadas, quais os músculos desenvolvidos e quais os tipos de lesões mais frequentes em cada desporto.
Dizia também quais os deportos mais completos e quais aqueles passíveis de lesões mais graves.
Espantem-se os mais incautos...em primeiro lugar estava o basquete logo seguido do...ténis!
Ao que parece, o tipo de lesões dos praticantes de basquete seriam mais graves, além de mais abrangentes no que diz respeito às zonas atingidas. Entre as lesões mais graves estavam as roturas de ligamentos.

Obviamente que todos vemos o râguebi ou o boxe como desportos mais violentos, mas, de acordo com o que li, são lesões de mais fácil recuperação.
Para finalizar, devo dizer que o Mantorras ainda não jogava no Benfica aquando da leitura efectuada...


FOI PROFUNDO!

Dispenso...

Porque tudo o que é dito é dispensável...
Porque tudo o que é escrito é dispensável...

Este é um blog onde se fala a sério e se brinca.
Quem não goste de ironia ou sarcasmo que feche esta página rapidamente!
Aqui ninguém tem razão.
Eu não pretendo estar certo, pretendo observar e pretendo fazê-lo de uma forma atenta e crítica...de uma forma dispensável.

Dispenso...um blog dispensável.

pessoas já dispensaram um tempinho para dar uma espreitadela